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quinta-feira, 24 de março de 2011

Assisti e recomendo: Realities de moda

Há bons anos (6? 8?) comecei a acompanhar os programas da dona Tyra Banks e da dona Heidi Klum. Desde então, não parei mais e até expandi meu vício para outros continentes.

Apesar de mostrar, sim, gente talentosa e capaz de ótimos trabalhos, o que geralmente nos prende mais às séries é todo o drama³ que sempre acaba acontecendo.

Austin Scarlett
O Project Runway (que só acompanhei religiosamente até a 5ª temporada, mas vou me recuperar), traz designers talentosos e divertidíssimos – ou tão irremediavelmente chatos que acabam sendo uma comédia, como a dona Wendy Pepper, a megera da 1ª temporada. O programa, muito bem apresentado e produzido pela Heidi Klum, mostra um pouco dos bastidores do mundo da moda, com os designers participando de uma competição e com uma pincelada na visão dos principais nomes do mundo fashion.
Cada semana, um a menos. Os três melhores participam da final em, nada mais, nada menos, que a New York Fashion Week.

Algumas criações de Austin Scarlett
A gente sempre acaba se identificando com algum designer. E, no meu caso, nunca um que foi meu favorito desde o início, saiu vencedor. Os que chegaram mais longe foram o Daniel V. e a Kenley Collins (embora eu tenha adorado o vencedor da 3ª temporada, Christian Siriano). Aliás, ô lugarzinho para aparecer cada figura, hein? Mas Austin Scarlett, lá na 1ª temporada foi o maior destaque. Além do jeitão caricato e do estilo singular, criava uns vestidos de deixar nossos queixos no chão.

Já o America’s Next Top Model traz pura diversão. Já está no ar a 16ª temporada, lá nos EUA, e depois de algumas ganhadoras meia-boca nos últimos anos, parece que tia Tyra resolveu acertar o passo de novo a partir da 15ª temporada. Adeus, Seventeen Magazine. Olá, Vogue Itália! Era uma mudança necessária. As participantes das versões britânica, canadense e australiana do programa há tempos mostram mais potencial que aquelas do original americano. E esses outros citados são só os que eu acompanho. São inúmeras versões pelo mundo, inclusive aqui no Brasil, o Brazil's Next Top Model – o qual eu só vi a 1ª temporada e não me conquistou.
Jade, bitch do Ciclo 6, no makeover
Se é pra falar de drama queens, os Top Models são pratos cheios. Ainda não vi uma temporada de um Top Model desse sequer que não tenha tido a bitch da casa. Tem as meninas que tentam sabotar também. Já teve uma que fez um lanchinho bem apetitoso – e com muuuito açúcar e calorias extras – para as suas adversárias. Já teve quem roubasse fala de comercial alheia e o que não falta são divas. Um dos pontos altos é pela 2ª ou 3ª semana, quando as modelos passam pelo temido makeover. Por quê? Porque tem gente que perde bastante cabelo no salão. Ou, em alguns casos, todo o cabelo.

Boas pedidas para quem gosta de moda ou quer aprender um pouco. Ou simplesmente quer dar boas risadas.

Addictometer: Kind of addictive...

segunda-feira, 21 de março de 2011

Ouvi e recomendo: Lungs - Florence + The Machine


Diferente de tudo o que ouvimos no mainstream atual e melhor que tudo o que ouvimos fora dele: é assim que eu vejo Florence + the Machine. A banda inglesa já faz até um sucesso considerável na América do Norte e Europa. Na verdade, bem considerável, levando em conta que vivemos na era da Lady Gaga, Riahnna e Britney.
Depois de muito ouvir falar de banda e ver Florence substituindo a Dido no Oscar, cantando If I Rise, de "127 Horas", decidi ir atrás e conhecer a tal banda. Vício à vista.
Com batidas marcantes, melodias bem trabalhadas e acordes que passam longe da simplicidade com a qual infelizmente nos acostumamos, Lungs, álbum lançado em 2009, é daqueles que você não consegue parar de ouvir. Já tem mais de uma semana que não sai do som do meu carro, e não tenho pretensão alguma de mudar por enquanto. Acaba, repete. Acaba, repete.
Florence + The Machine - Rabbit Heart (Raise it Up)
Apesar dos seus meros 24/25 anos, Florence Welch nos deixa boquiabertos com vocais fortes (mas que, graças à Deus, não são como as gritarias de Mariah ou Beyoncé) e muito agradáveis. Isso sem falar nas letras divertidas, misteriosas, ou que, juntamente com as melodias e batidas sensacionais que já citei, fazem músicas que dão vontade de sair pulando e dançando. É o caso, por exemplo, de Dog Days Are Over.
Florence + The Machine - Dog Days Are Over
Pra finalizar a minha recomendação, uma performance ao vivo da moça. Ela canta mesmo, hein, gente? (E eu morro de inveja da cor do cabelo dela, hahaha.)
Florence + The Machine - You've Got The Love
Addictometer: Beyond addictive!!!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Joguei e recomendo: What The Movie?

Fiquei em dúvida sobre o quê fazer o primeiro post sobre quinquilharias – ou não – viciantes. O motivo é simples: acho que estou “viciadinha” em várias coisas ao mesmo tempo. Mas, como sempre, o cinema fala mais alto. Escolhi o What The Movie.
What The Movie é um site/game que conheci há pouco mais de um mês (thanks Emanoel!) e que não consigo ficar sem acessar por mais de 48h. É, essas coisas sempre fazem a gente sucumbir ao vício, mesmo lutando contra ele.
Como funciona? Os usuários postam screenshots – fotos, gente. Fotos! – de cenas de filmes que obrigatoriamente foram lançados no cinema e já saíram em DVD (original, ok, fanfarrões?). O objetivo é reconhecer as cenas e acertar o nome do filme. Se ele é um filme do Casaquistão que só foi pros cinemas de lá e da China o problema é seu que vai ter que tentar adivinhar que raio de filme é aquele. Mas não se preocupem: tem pra todos os gostos e níveis de cinefilia. Filmes brasileiros, por exemplo, são figurinhas fáceis. Até o da Turma da Mônica. Juro!
“Ah, então eu vou ver uma cena do Darth Vadder e responder Star Wars”?! Em resumo, sim. Mas calma aí, cowboy! As coisas não são tão simples. Você vai se deparar com muitas cenas óbvias, claro, mas também vai ver muita coisa assim:
Screenshot by Talie.
Fotos que mal deixam pistas. Aquelas cenas que duram um segundo e que você só consegue capturar se a) estiver muitíssimo atento quando assistir ao filme ou b) tiver visto o filme em slowmotion. Eu certamente indico a primeira opção. :)
Você também passa a poder postar screenshots, que passam por 47h de votação e podem ou não entrar para os Feature Films, a categoria principal, vamos dizer, que dá pontos para quem acerta.
Além de ser um ótimo exercício de atenção aos detalhes, o What The Movie também é um excelente lugar para descobrir filmes do mundo todo e, por que não dizer, estar em contato com gente que, assim como você, valoriza cada frame dos filmes, bons ou ruins.
Super indico para quem gosta de cinema. Ou para quem simplesmente quer colocar a cabeça pra funcionar.
Addictometer: Very, very addictive!