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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Joguei e recomendo: New Super Mario Bros.

Eu não sou uma pessoa cuja infância foi marcada por PlayStations, Nintendos ou qualquer outro tipo de videogame. Bem verdade que usei o computador desde muito cedo (cedo pro caso da minha geração) graças a uma tia analista de sistemas. Mas foi ao PC que se limitou o meu histórico de joguinhos... até alguns meses atrás.

Foi quando conheci meu namorado, um "viciado" em games (as aspas são devido ao fato de hoje ele já não ser um caso tão perdido), que as coisas começaram a mudar. Ele, que atualmente só tem um Nintendo DSi, resolveu me emprestar o mesmo por uns tempos, há algumas semanas atrás. Eu estava muito estressada e ele queria me agradar. Own! Tadinho. Não sabia o monstro que estava criando.

No início eu nem jogava New Super Mario Bros., porque da última vez que tinha tentado, passar de uma fase pra mim era um verdadeiro suplício. A pessoa não tem coordenação motora, gente! Até que, em um horário de almoço qualquer no trabalho, emprestei pro meu coleguinha Guto jogar enquanto eu assistia. Depois de alguns almoços assim, me deu aquela vontade enorme de tentar. Mas eu achava que eu era muito ruim.

E era. A coisa era mais tensa do que você pode imaginar. Mas tudo é uma questão de prática, não é verdade? E se tem uma coisa que eu faço rápido, é aprender. Até já me disseram que eu estou melhorando mais rápido do que se podia imaginar.

Um dos pontos que achei mais legais no New Super Mario no DSi foi o tal do super cogumelo, que deixa o Mario gigante. É muuuuito divertido sair quebrando tudo sem se preocupar em pular ou atirar bolas de fogo.


O Super Cogumelo

Depois que a gente pega os macetes, o jogo fica realmente viciante. Não dá vontade de parar antes de passar daquela fase onde aquele bicho infeliz insiste em vir pra cima de você. Você quer vingança! Como diz o Guto: "die, die, die!".


O nível que estou agora: 6-3.

Se você for começar ou voltar a jogar Super Mario Bros., cuidado! Material altamente viciante.

Addictometer: Beyond addictive!!!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Usei e recomendo: Skoob

Depois do post anterior, vocês devem imaginar que eu sou dona de um grande acervo de livros. Ok, nem tão grande quanto eu desejava, mas um dia eu chego lá. Se são 27 exemplares só da Meg Cabot, quanto será que ela tem ao todo? Segundo o Skoob, 90. Mas ainda faltam adicionar alguns. Peraí, Skoob? O que é isso?
Minha página no Skoob
Que maravilha pra quem ama os livros ter tudo organizado, avaliado e ainda poder fazer uma lista do que quer ler, trocar ideias com outras pessoas e descobrir obras interessantes. É basicamente pra isso que serve o Skoob, que é como uma rede social para os amantes da literatura.
Na era de iPads, Xooms, etc., eu ainda sou uma adoradora do livro de papel e tinta. Gosto do cheiro, do som das páginas passando, da sensação de tocar as capas com impressão especial (como o efeito áspero de roupa velha de “O Menino de Pijama Listrado”, ou o envernizado dos livros da Marian Keyes). Por isso, encontrei no Skoob um aliado à organização (coisa que às vezes me falta em casa, admito). Nem de longe eu tinha noção de possuir mais de 90 (na verdade, acho que mais de 100) livros.
Meus livros avaliados
Coisas legais do Skoob: à medida que você vai lendo, pode gravar a página em que parou no Histórico de Leitura – assim você e seus amigos/seguidores acompanham o seu progresso. Pode estabelecer uma meta anual com os títulos que quer ler – e ele faz um apanhado de quantas páginas são no total, quantas você já leu, a porcentagem e a sua velocidade média de leitura em páginas por dia. Ver os livros que seus amigos têm nas estantes pra você saber o próximo que vai pegar emprestado (minha irmã que se prepare!). Dá também para saber mais detalhes sobre os livros através das sinopses e resenhas. O que é muito bom!
Página de "Entrevista Com o Vampiro", uma das minhas próximas leituras.
Ele despertou em mim uma vontade de ler ainda mais (coisa que sempre fiz bastante) e ver o meu “paginômetro” – o total de páginas já lidas - disparar.
Ah, e caso vocês não tenham notado, o nome Skoob é books de trás pra frente. Só a título de curiosidade...

Addictometer: Kind of addictive...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Os recomendadíssimos: Meg Cabot

25 dos meus 27 livros da Meg Cabot

Comecei a ler Meg Cabot em 2002, depois de assistir à versão da Disney de "O Diário da Princesa" (que, aliás, pouco tem a ver com o livro). Os primeiros foram os livros dessa série, mas logo fui encontrando outros títulos e me interessando. Aliás, é fácil se apaixonar pelo imaginário de Meg Cabot. Primeiro pelo poder de identificação com alguns personagens. Segundo porque, apesar de, sim, conter clichês, Meg consegue passar as situações para o papel de um jeito único, divertido e emocionante na medida certa.
9 dos 10 volumes da saga de Mia Thermopolis
Hoje já tenho 27 livros dela na minha coleção, entre séries e avulsos. O que faz Meg ser diferente de outras autoras do gênero é, no melhor sentido da palavra, a simplicidade. E o senso de humor, também, claro. Meg sabe ser objetiva sem perder o charme. Seus livros nos prendem como ímãs extremamente potentes. São gostosos de ler e devoráveis em poucos dias. Daqueles que realmente nos fazem sair do mundo real.

Além da série da princesa, uma das que mais gostei foi "A Mediadora". Os livros contam a história de uma garota que se muda para a Costa Oeste americana e se envolve com um ser que não é bem... humano. Ou não mais. Familiar? Anos antes de Stephanie Meyer lançar "Crepúsculo", Meg já nos hipnotizava com personagens bem mais cativantes que os da saga vampiresca. O ser não-humano, no caso, é o fantasma Jesse, que habita o quarto de Suzannah Simon, a personagem principal, uma mediadora cheia de personalidade.
Série "A Mediadora"
Mas calma, Meg Cabot não é só para a “pirralhada”. Para quem acha que já passou da idade de ler histórias sobre colegiais, tem a trilogia do Garoto, toda escrita em forma de troca de emails, o que nos permite saber um pouco da visão de cada personagem. Além desses, já li a aventura-romance "Ela Foi Até o Fim" e a trilogia de Heather Wells, que vai para um lado mais policial, mas sem deixar de ser engraçado e fofo.
Série Heather Wells e trilogia do "Garoto"
Addictometer: Beyond addictive!!!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Li e recomendo: A Menina que Roubava Livros

Terminei de ler ontem e não me sai da cabeça: "A Menina Que Roubava Livros", de Markus Zusak, é realmente sensacional. O autor achou o junção perfeita entre o cenário (a Alemanha durante a II Guerra Mundial) e uma história interessantíssima de amor à família e às palavras. E tudo contado pela perspectiva de uma personagem não menos interessante: a Morte.

480 páginas que valem muito a pena (eu devorei em 8 dias, isso porque trabalho o dia todo).

Recomendo!