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quinta-feira, 22 de março de 2012

Assisti e recomendo: The Walking Dead


7 meses. Esse é o tempo que eu e todos os fãs de The Walking Dead temos de espera – leia-se abstinência – pela frente. Mesmo cheia de diferenças em relação às HQ, o que, sinceramente, eu não acho ruim em 80% dos casos, o fim da segunda temporada foi impactante e nos deixou na vontade de mais episódios. Ainda mais com o início de uma nova fase para os personagens.


Para quem ainda não conhece, The Walking Dead, trata de um mundo meio que pós-apocalíptico que está sendo dominado, como diz o nome, por mortos-vivos. Acompanhamos a saga de um grupo, que antes não passavam de meros desconhecidos uns para os outros e foram unidos pela ocasião, tentando sobreviver. Só que, diferente de filmes como Madrugada dos Mortos, Todo Mundo Quase Morto e outros, a série, até por ter mais tempo para isso, tem um perfil mais psicológico, nos deixando mais próximos dos personagens e suas emoções, saindo apenas do âmbito de uma trama de ação/aventura/terror e adicionando elementos interessantes de drama, suspense, e até pitadas de comédia e romance. Mas, para os “brucutu-lovers” de plantão, tem muita, muita ação, sim! É só que eles conseguem mesclar melhor os momentos.
Ver a transformação dos personagens, forçados a conviver num mundo hostil, onde o perigo está por todo lado, é fascinante. Além de um elenco, em geral, bom, roteiros competentes e boa direção, palmas para o resto da equipe técnica, que faz toda a diferença. Maquiagem, fotografia, direção de arte, tudo isso é o que “apimenta” a série com realismo sem esquecer a clara referência dos quadrinhos no qual foi inspirada.
Só digo que nunca estive tão ansiosa por um Halloween (que é quando geralmente estreia uma nova temporada). E pensar que há pouco tempo atrás eu nem a filme de zumbi assistia. Tsc, tsc!
Addictometer: Beyond addictive!!!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Assisti e recomendo: American Idol


Ontem me peguei dando uma de manteiga derretida. Sério, foi ridículo. Você sabe que está sendo patética quando se pega chorando assistindo American Idol. Pois é. Chorei mesmo.
American Idol é a única série que assisto na TV mesmo, na Sony, sem ajuda de downloads. Fican com alguns episódios de atraso e eu tenho que 1) me controlar e 2) tomar cuidado com os sites pra não acabar vendo spoilers. Digamos que o item 1 é bem mais difícil pra mim, principalmente quando estou em estado de ansiedade (inclusive com coisas não relacionadas ao programa).
Atualmente na 11ª temporada e com Randy Jackson, Jennifer Lopez e o “divo” e sempre impagável Steven Tyler (que, no final do episódio 17 que foi ao ar ontem aqui no Brasil, tirou a roupa, ficou só de sunga, mostrou a bunda e pulou na água que rodeava o palco do cenário e saiu nadando – porque essa é uma saída digna do Steven Tyler! Ah, foi engraçado. Veja no final do vídeo abaixo), além do Ryan Seacrest de sempre, a série que revelou Kelly Clarkson e Carrie Underwood (tem mais alguém que tenha ganhado o AI e faça sucesso além dessas duas?), Katherine McPhee e Jennifer Hudson conta hoje com bons talentos, mas continua sendo o American Idol... às vezes mandam embora talentos com vozes lindas e suaves para dar espaço ao show de gritaria à la Mariah Carey/Whitney Huston. Não que essa potência vocal toda seja ruim. Mas é que eu sou pró-diversidade, sabe?

Espero que minha fase pé frio tenha passado. Quero muito ver Phil Phillips, Colton Dixon, Heejun Han, Jessica Sanchez, Hollie Cavanagh indo longe. Tem outros 2 ou 3 também, mas que eu já sei que não vão pro Top 12 (eu disse que era difícil me controlar). E olha só, acabei de ler um spoiler enquanto pesquisava para escrever esse post. Um dos participantes que me fez chorar ontem é o protagonista do 1º “escândalo” do Idol 2012. Sempre tem uma coisa assim. Um que já foi preso, outra que tem fotos nuas que aparecem na web e por aí vai.
Já estamos com o Top 24. Então, quem ainda quiser embarcar nessa temporada pela Sony, essa é a hora! Eu já resgatei o meu vício desde o início (não assistia desde a temporada da Underwood). Agora vai ser difícil parar.

Addictometer: Very, very addictive!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Assisti e recomendo: Smash

Pode-se dizer que eu sou viciada em fazer blogs e abandoná-los, hein? Ah, sorry.
Depois de pensar um pouco, resolvi falar sobre as séries que andam fazendo a minha cabeça há algum tempo (ou nem tanto assim). Anteriormente, já falei aqui sobre Glee. Nessa onda de séries musicais, há poucas semanas estreou nos Estados Unidos a série produzida por Steven Spielberg, Smash. A série retrata, com suas devidas licenças poéticas e dramáticas, claro, os bastidores da Broadway através da montagem de um musical sobre a eterna diva Norma Jean Baker (ou Marilyn Monroe, se preferir).
O elenco divide as minhas opiniões. Por um lado temos o ótimo Jack Davenport (que fez Piratas do Caribe), Debra Messing e Christian Borle. Esse último, não sei por que, mas ganhou a minha simpatia, mas o fato é que gosto dele. Já do outro lado, Megan Hilty, que canta bem, não é má atriz, mas ao contrário de Borle, me passa uma coisa meio antipática que não é só da personagem (que é quase que a vilã da história), Jaime Cepero (esse sim, meu problema é puramente com o personagem) e Katharine McPhee, ex-participante de algum American Idol no qual ficou em segundo lugar... Ok, ela canta bem, ela é até simpática e vem melhorando. Mas, principalmente nos primeiros três episódios, ela traz uma Karen Cartwright meio inexpressiva. Considerando que ela é a personagem principal, já se pode imaginar o nível de comprometimento que isso acarreta.
Até agora, pelo menos, a série se mostra boa, oscilando entre momentos espetaculares e outros mais mornos (que confesso até me desanimarem um pouco). Mas como só foram cinco episódios exibidos até hoje, a maioria dos momentos divertidos têm valido a pena e eu adoro a Marilyn Monroe, vou continuar acompanhando e dando crédito pro tio Steve.
Addictometer: Kind of addictive...