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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ouvi e recomendo: Rolling in the Deep - Adele

Essa música simplesmente não sai da minha cabeça. Eu não escuto muitas músicas da Adele (acho a voz dela linda e tudo o mais, só que, no geral, ela ainda não me conquistou por completo). Porém, tem umas 3 ou 4 que grudaram na minha cabeça e a última a realizar esse feito foi "Rolling in the Deep", do disco mais recente dela, o "21".

Escutem e tirem suas próprias conclusões. Mas já vou avisando: até o clipe é de fazer cair o queixo (e dá vontade de ouvir de novo e de novo e de novo).


"Rolling in the Deep" - Adele

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Joguei e recomendo: Angry Birds

Como hoje é o Dia do Orgulho Nerd, eu tenho que indicar um joguinho. Não porque o jogo seja necessariamente de nerd, mas porque a pessoa que me passou ele é um dos maiores geeks que eu conheço. Ó, Guto Cabelo-De-Will-Shuester! Não é o primeiro jogo que o coleguinha Guto me passa e me deixa viciada. O primeiro foi Plants Vs. Zombies, mas isso é assunto pra outro post. O tema de hoje são as fofas e raivosas aves de Angry Birds.
O jogo é simples, mas exige raciocínio, estratégia e paciência - uma dosezinha de sorte também não faz mal. A história é mais ou menos assim: os porquinhos verdes roubaram ovos dos passarinhos e agora as aves estão com sede de vingança. Vamos destruir os porquinhos! Para isso você tem uma espécie de estilingue e muitas (ou nem tantos) aves com “especialidades” diferentes. Aliás, meu namorado gosta de dizer que são passarinhos kamikazes. O que é bem verdade.
Daí pra frente, vocês já entenderam, né? Atirar os pássaros nos porcos e nas estruturas que protegem eles. Você só vai passar de fase quando destruir todas as criaturinhas verdes.
Se não destruir, prepare-se para ver sorrisos detestavelmente debochados sob aqueles focinhos de tomada. Sério, dá raiva quando eles riem mesmo com aquele dentinho faltando. Achei num site essa camiseta que expressa exatamente o sentimento: FAIL!
Naturalmente, cada fase vai ficando mais difícil. Às vezes você chega a achar que é impossível. Beba uma água, dê uma volta e só depois jogue de novo. Você vai passar.
Ah! Para quem não quiser baixar o jogo logo de cara, existe uma versão de Angry Birds beta para Google Chrome (que também funciona no Firefox).
Addictometer: Very, very addictive!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Joguei e recomendo: Clockbusters

Para quem gosta de cinema e de joguinhos estilo riddle (ou tipo o What The Movie, do qual já falei aqui), recomendo o ótimo Clockbusters. Nele, você tem apenas 60 segundos para acertar o nome do filme - em inglês -, a partir de 3 imagens que não são necessariamente cenas e sim dicas que possuem alguma relação com a obra.

São 50 títulos na rodada original e mais 50 na sequência do jogo. Ah, e não se engane: ele não vai te dar as respostas quando o seu tempo acabar. Você pode pular o que não souber. É como se ele voltasse pro final da fila.


Enfim, joguem
Clockbusters que é muito, muito legal! :D

terça-feira, 3 de maio de 2011

Assisti e recomendo: Glee


Eu confesso: tinha um pouco de preconceito contra Glee antes de começar a assistir. Porque é praticamente parte de mim ter uma certa resistência a esses modismos da cultura pop. Mas a curiosidade falou mais alto e eu dei uma chance.
Acontece que a série reúne fatores que são, por assim dizer, minha kryptonita, meu ponto fraco. O primeiro, e mais óbvio desses fatores, é a parte musical. Eles não se detêm em apenas um gênero ou época, inserido desde algumas canções dos mais consagrados musicais de Hollywood e da Broadway, até os hits atuais das rádios, como Lady Gaga, Train e Paramore (e no caminho passam por Beatles, Queen, Aretha Franklin e tantos outros).
O mash-up dos garotos na primeira temporada.
O segundo fator é um dos temas centrais da trama: os ditos “losers”. Aquele pessoal que acaba meio excluído do super exclusivo círculo social da escola por não serem “perfeitos”. Nerds, gays, gordinhas, pessoas com um estilo diferente, enfim, todas essas figuras que nós bem sabemos que são alvo de bullying, juntos numa espécie de coral da escola, lutando para virar o jogo: sonham em ganhar a competição nacional e então, quem sabe, passar de invisíveis às grandes estrelas do colégio. Eles só não contavam com o fato de que ser do Glee Club na McKinley High School fosse motivo para ainda mais piadinhas de seus colegas “cool”. Até mesmo os respeitados jogadores de futebol americano e as líderes de torcida são vítimas das nada boas raspadinhas na cara em pleno corredor.
O terceiro, e não menos importante fator que fez eu adorar Glee, é o elenco. Gente carismática, simpática e, acima de tudo, cheia de talento. Dá gosto de ouvir Amber Riley e Lea Michele cantando, ver a emoção do Chris Colfer e o jeito vil de Jane Lynch (ambos já premiadíssimos com a série), e até mesmo Harry Shum, Jr. e Heather Morris fazendo seus complicadíssimos passos de dança como se fosse a coisa mais fácil do mundo.
Lea Michele e Amber Riley interpretando um número de "Rent", um grande sucesso da Broadway.
Não dá para deixar de comentar a ótima produção e os roteiros que misturam pitadas de humor, romance e drama na dose certa, resultando no tom perfeito para divertir sem emburrecer e até tirando um ou outro aprendizado. É verdade que existem os clichês e os exageros, mas até disso eles conseguem fazer o melhor uso.
Diante de tudo isso, acho que posso dizer que também sou quase uma gleek. E que, com o final da segunda temporada se aproximando, já vou ficando com saudades até da adorável prepotência de Rachel Berry.

Addictometer: Beyond Addictive!!!