
7 meses. Esse é o tempo que eu e todos os fãs de The Walking Dead temos de espera – leia-se abstinência – pela frente. Mesmo cheia de diferenças em relação às HQ, o que, sinceramente, eu não acho ruim em 80% dos casos, o fim da segunda temporada foi impactante e nos deixou na vontade de mais episódios. Ainda mais com o início de uma nova fase para os personagens.

Para quem ainda não conhece, The Walking Dead, trata de um mundo meio que pós-apocalíptico que está sendo dominado, como diz o nome, por mortos-vivos. Acompanhamos a saga de um grupo, que antes não passavam de meros desconhecidos uns para os outros e foram unidos pela ocasião, tentando sobreviver. Só que, diferente de filmes como Madrugada dos Mortos, Todo Mundo Quase Morto e outros, a série, até por ter mais tempo para isso, tem um perfil mais psicológico, nos deixando mais próximos dos personagens e suas emoções, saindo apenas do âmbito de uma trama de ação/aventura/terror e adicionando elementos interessantes de drama, suspense, e até pitadas de comédia e romance. Mas, para os “brucutu-lovers” de plantão, tem muita, muita ação, sim! É só que eles conseguem mesclar melhor os momentos.
Ver a transformação dos personagens, forçados a conviver num mundo hostil, onde o perigo está por todo lado, é fascinante. Além de um elenco, em geral, bom, roteiros competentes e boa direção, palmas para o resto da equipe técnica, que faz toda a diferença. Maquiagem, fotografia, direção de arte, tudo isso é o que “apimenta” a série com realismo sem esquecer a clara referência dos quadrinhos no qual foi inspirada.
Só digo que nunca estive tão ansiosa por um Halloween (que é quando geralmente estreia uma nova temporada). E pensar que há pouco tempo atrás eu nem a filme de zumbi assistia. Tsc, tsc!
Addictometer: Beyond addictive!!!



0 comentários:
Postar um comentário